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A escolha do par amoroso

Apaixonar-se ou não se apaixonar – eis a questão. Há quem se apaixone com frequência, sempre em busca da sensação de encantamento paradisíaco que a paixão proporciona. Já outros relutam a uma entrega, pois nunca somos tão indefesos contra o sofrimento como quando amamos, nunca tão impotentes e infelizes como quando perdemos o objeto amado ou o seu amor, como nos ensina Freud. Mas será que escolhemos por quem nos apaixonamos? O romantismo assegura a existência de “almas gêmeas